Minas Gerais é o coração queijeiro do Brasil
As razões são várias: o estado é o maior
produtor do país, ele é amplamente
admirado pela sua tradição e a qualidade do
que produz é reconhecida do período
colonial até os dias atuais, com concursos
nacionais e internacionais. E tudo isso é
traduzido numa família queijeira sem igual,
que se divide entre várias especialidades
industrializadas e artesanais.
A Cumbucca e a Só Queijo Cura celebram
esse cenário com um mapa que mostra
parte fundamental da diversidade
gastronômica mineira.
Viaje pelos sete diferentes queijos
artesanais mineiros já reconhecidos
oficialmente e descubra que o Queijo Minas
Artesanal é apenas um entre eles, se
desdobrando em dez microrregiões.
Somadas às regiões das outras seis
variedades de queijo artesanal, são 16
territórios que fazem nossa cena artesanal
ser única no Brasil.
Minas Gerais é o coração
queijeiro do Brasil
As razões são várias: o estado é o maior produtor do país, ele é amplamente admirado pela sua tradição e a qualidade do que produz é reconhecida do período colonial até os dias atuais, com concursos nacionais e internacionais. E tudo isso é traduzido numa família queijeira sem igual, que se divide entre várias especialidades industrializadas e artesanais.
A Cumbucca e a Só Queijo Cura celebram esse cenário com um mapa que mostra parte fundamental da diversidade gastronômica mineira.
Viaje pelos sete diferentes queijos artesanais mineiros já reconhecidos oficialmente e descubra que o Queijo Minas Artesanal é apenas um entre eles, se desdobrando em dez microrregiões. Somadas às regiões das outras seis variedades de queijo artesanal, são 16 territórios que fazem nossa cena artesanal ser única no Brasil.
O mais antigo e difundido queijo artesanal do estado, com três séculos de história e 10 microrregiões reconhecidas. Feito com leite cru de vaca, prensado manualmente e maturado em prateleira de madeira, seu sensorial varia em função dos aspectos naturais e humanos de onde é feito, incluindo a variedade com fungos autóctones na casca.
Sua origem, bem como a do Queijo Artesanal Alagoa, está nos queijos de massa dura italianos. Essa técnica mudou o perfil de produção artesanal da região no início do século 20, quando esse queijo de massa cozida e leite cru de vaca passou a se tornar predominante. Salgado em salmoura, é maturado por período que varia de poucas semanas a muitos meses.
O mais antigo e difundido queijo artesanal do estado, com três séculos de história e 10 microrregiões reconhecidas. Feito com leite cru de vaca, prensado manualmente e maturado em prateleira de madeira, seu sensorial varia em função dos aspectos naturais e humanos de onde é feito, incluindo a variedade com fungos autóctones na casca.
Sua origem, bem como a do Queijo Artesanal Alagoa, está nos queijos de massa dura italianos. Essa técnica mudou o perfil de produção artesanal da região no início do século 20, quando esse queijo de massa cozida e leite cru de vaca passou a se tornar predominante. Salgado em salmoura, é maturado por período que varia de poucas semanas a muitos meses.
Queijo de leite cru de vaca e massa filada, que é esticada e modelada manualmente na forma de uma cabaça. É maturado pendurado como seu “irmão” italiano, o caciocavallo, mas é consumido mais jovem, com consistência bem filamentosa e úmida. Uma tradição familiar surgida no Baixo e Médio Jequitinhonha em meados do século 20.
Esse é o mais jovem entre os queijos artesanais mineiros, desenvolvido a partir da técnica do parmesão nos anos 1970. A receita foi adotada por uma fábrica local e difundida nos municípios ao redor, adaptada para a realidade da agricultura familiar. Pequenas queijarias processam leite cru de vaca para dar origem a esse queijo de massa cozida.
Elaborado exclusivamente no montanhoso município homônimo, localizado numa região conhecida como a mais alta das terras altas da Mantiqueira. De fato, esse queijo de leite cru de vaca e massa cozida nasce em propriedades acima dos mil metros de altitude. As peças variam de 500 g a 5 kg, podendo ser longamente maturadas, adocicadas e picantes.
Elaborado exclusivamente no montanhoso município homônimo, localizado numa região conhecida como a mais alta das terras altas da Mantiqueira. De fato, esse queijo de leite cru de vaca e massa cozida nasce em propriedades acima dos mil metros de altitude. As peças variam de 500 g a 5 kg, podendo ser longamente maturadas, adocicadas e picantes.
Queijo de leite cru de vaca e massa filada, que é esticada e modelada manualmente na forma de uma cabaça. É maturado pendurado como seu “irmão” italiano, o caciocavallo, mas é consumido mais jovem, com consistência bem filamentosa e úmida. Uma tradição familiar surgida no Baixo e Médio Jequitinhonha em meados do século 20.
Esse é o mais jovem entre os queijos artesanais mineiros, desenvolvido a partir da técnica do parmesão nos anos 1970. A receita foi adotada por uma fábrica local e difundida nos municípios ao redor, adaptada para a realidade da agricultura familiar. Pequenas queijarias processam leite cru de vaca para dar origem a esse queijo de massa cozida.
Ele é fresco e feito com leite cru de vaca numa área de clima semiárido. Sua massa é tratada com água quente antes da enformagem, resultando num queijo comercializado sem maturação. Esse mesmo território também chama a atenção por abrigar queijarias especializadas em outras variedades tradicionais, como Requeijão Moreno e Queijo Cozido.
A adição do creme de leite cozido torna esse um requeijão de corte único no Brasil. Graças a esse processo de “fritar o creme”, como dizem os produtores locais, essa especialidade artesanal feita com leite cru de vaca ganha coloração amarronzada e aroma que lembra doce de leite. O Vale do Mucuri é um dos seus principais territórios.
Ele é fresco e feito com leite cru de vaca numa área de clima semiárido. Sua massa é tratada com água quente antes da enformagem, resultando num queijo comercializado sem maturação. Esse mesmo território também chama a atenção por abrigar queijarias especializadas em outras variedades tradicionais, como Requeijão Moreno e Queijo Cozido.
A adição do creme de leite cozido torna esse um requeijão de corte único no Brasil. Graças a esse processo de “fritar o creme”, como dizem os produtores locais, essa especialidade artesanal feita com leite cru de vaca ganha coloração amarronzada e aroma que lembra doce de leite. O Vale do Mucuri é um dos seus principais territórios.